1 - Viagem Pela História de Angola

Uma viagem através dos tempos, povos, personagens e acontecimentos que moldaram a História de Angola.

Nome:
Localização: Cranbrook, Colômbia Britânica, Canada

Helder Fernando de Pinto Correia Ponte, também conhecido por Xinguila nos seus anos de juventude em Luanda, Angola, nasceu em Maquela do Zombo, Uíge, Angola, em 1950. Viveu a sua meninice na Roça Novo Fratel (Serra da Canda) e na Vila da Damba (Uíge), e a sua juventude em Luanda e Cabinda. Frequentou os liceus Paulo Dias de Novais e Salvador Correia, e o Curso Superior de Economia da Universidade de Luanda. Cumpriu serviço militar como oficial miliciano do Serviço de Intendência (logística) do Exército Português em Luanda e Cabinda. Deixou Angola em Novembro de 1975 e emigrou para o Canadá em 1977, onde vive com a sua esposa Estela (Princesa do Huambo) e filho Marco Alexandre. É gestor de um grupo de empresas de propriedade dos Índios Kootenay, na Colômbia Britânica, no sopé oeste das Montanhas Rochosas Canadianas. Gosta da leitura e do estudo, e adora escrever sobre a História de Angola, de África e do Atlântico Sul, com ênfase na Escravatura, sobre os quais tem uma biblioteca pessoal extensa.

sábado, maio 27, 2006

1.2 Bem Vindo a esta Viagem Pela História de Angola!






Bem vindo amigo(a) a bordo desta Viagem Pela História de Angola!



Uma viagem através dos tempos, povos, personagens e acontecimentos que moldaram a História de Angola



O objectivo principal deste esboço histórico angolano é somente relembrar a nossa memória social e fazer-nos "pensar mais" numa História de Angola mais objectiva e abrangente. Espero também que esta Viagem ajude a renovar o interesse público através de um debate são, ajudando assim os estudantes e curiosos da História de Angola a alcançar uma perspectiva mais objectiva e completa.

Esta Viagem Pela História de Angola é somente um trabalho de divulgação para um público geral. Embora extensa, a obra é necessáriamente superficial, abrangendo um grande número de tópicos apenas levemente. O detalhe na cobertura dos tópicos nem sempre é linear, o que espero uniformizar à medida que tenha oportunidade de o fazer.

Não usei metodologia nem rigor científico apurados. Indico apenas algumas fontes de referência bibliográfica em alguns tópicos, não em todos. A pesquisa que fiz resumiu-se à consulta da minha biblioteca pessoal, de visitas à Vancouver Public Library, e pelo acesso à internet, o que deixou por cobrir adequadamente alguns tópicos e períodos importantes da nossa história. Esta Viagem é ainda incompleta, sobretudo na cobertura do período pós-Independência.

Não pretendo fazer história escrevendo história, mas esta Viagem Pela História de Angola que vais ler é diferente. É diferente porque tentarei sempre expôr os tópicos e as interpretações de uma forma mais objectiva e equilibrada tanto quanto possível, fugindo sempre de uma perspectiva parcial ou de uma visão polarizada (colonial ou nacionalista) dos factos ou interpretações. Contrariamente a outras "Histórias de Angola" do tempo colonial e do período pós-independência, que antagonizavam os feitos de um povo contra o outro, esta Viagem em que agora embarcas não é só uma história dos Portugueses em Angola, nem é só uma história dos povos Bantos de Angola, é simplesmente uma História de Angola que abrange a acção e influência de todos os que contribuiram para a sua construção.

Esta Viagem nasceu inicialmente em forma de apresentação de slides em formato Microsoft PowerPoint; contudo, após um longo debate comigo próprio, decidi publicar o trabalho em formato de blog, e mais tarde, quando os recursos e tempo mo permitirem, tenciono incorporar todo o trabalho num website, tarefa que espero concluir nos próximos meses ou anos. Como meu plano principal para usar o tempo livre (?) na minha vida de reformado que se aproxima, tenciono eventualmente publicar todo o trabalho em forma de livro.

Logo que disponha de mais tempo, vou incluir nos blogs as gravuras que tinha na versão PowerPoint, que nem sempre se referem directamente a Angola, mas que são representativas de condições e épocas semelhantes. Algumas gravuras, em especial a respeito do tráfico de escravos, podem ser tomadas como chocantes e assim talvez perturbar alguns leitores. Devido às limitações do formato de blog, algumas figuras nem sempre estarão inseridas nos locais ideais.

Uma breve referência a direitos de autor e copyrights: Tanto quanto possível usei nos blogs imagens e gravuras de domínio público que encontrei em diversas fontes (na internet, livros e em magazines), e imagens e gravuras sujeitas a direitos de autor e copyright, mas de autor desconhecido que não pude encontrar contacto. Se algum autor ou proprietário de direitos de autor e copyrights encontrar imagens ou gravuras suas nestes blogs, e se opuser à sua publicação sem sua autorização expressa, por favor contacte-me imediatamente para o endereço de email abaixo, e eu tudo farei para as retirar imediatamente, após verificação dos mesmos direitos. Da mesma forma, se o leitor(a) precisar de usar material deste blog, por favor contacte-me para obter a devida aprovação.

A obra está organizada em capítulos, correspondendo cada capítulo a um blog. Cada blog é constituído por texto, gravuras e links para outros blogs (capítulos), e está, por sua vez, dividido em secções, cada uma específica a um tópico. Este trabalho é longo, de forma que vou tentar completar um tópico por mês, pelo que te peço a ti leitor(a) um pouco de paciência pelo passo vagaroso em que os novos capítulos vão sendo publicados.

Este é um trabalho que estará continuamente em construção, pois vou fazê-lo disponível à medida que vou completando cada tópico ou capítulo. Vou também corrigindo ou melhorando capítulos já publicados, pelo que aconselho o leitor(a) a rever de tempos a tempos capítulos já lidos, pois as revisões podem conter melhoramentos significantes.

Esta Viagem Pela História de Angola está dividida em três partes principais:

A primeira parte cobre tópicos necessários a uma melhor compreensão dos temas "História" e "Angola", assim, antes de começar própriamente com o tema de História de Angola, achei útil cobrir um pouco de história como ciência e historiografia angolana, bem como uma breve referência do papel das ciências sociais no estudo da história, pois julgo necessário saber-se história como ciência em mais profundidade, para melhor se compreender história como forma de conhecimento; uma breve monografia de Angola cobrindo o ambiente natural (território, clima, morfologia do terreno, regiões naturais, rios e bacias hidrográficas, fauna, cobertura vegetal e flora) e humano (geografia humana, demografia, evolução urbana, economia, e outros aspectos importantes), e uma breve resenha histórica e social dos seus povos, bem como a sua formação territorial e um historial das suas províncias.

A segunda parte cobre a História de Angola própriamente dita, e está dividida em quatro secções pincipais: Proto- e Pré História de Angola; Angola Pré-Colonial; Angola Colónia Portuguesa; e Angola Independente.

A terceira parte é um suplemento à História de Angola, pois dedico algum espaço e atenção à cobertura da "periferia" da História de Angola, revendo em algum detalhe os principais factores externos que a moldaram. Preparei assim uma resenha breve da pré-história de África, como berço da espécie humana, das migrações dos povos Bantos e da história dos estados africanos antecedentes à formação do Antigo Reino do Congo e ao contacto com os Portugueses, da expansão ultramarina portuguesa no mundo, do tráfico de escravos do Atlântico, da história do Brasil Colónia, e dos impérios ultramarinos espanhol, holandês e inglês que tanto moldaram o desenvolvimento do império ultramarino português. Cubro ainda a história da acção missionária nas duas costas do Atlântico Sul. Finalmente, cubro também a história da corrida e partilha de África e o estabelecimento do imperialismo e colonialismo europeus, do despertar da independência dos países africanos, e da evolução política e económica de África desde 1960.

Sempre que oportuno apresento uma resenha da história económica de Angola, com especial atenção à estrutura económica, política e social característica de cada uma das épocas da História de Angola.

Como complemento, embora em forma muito resumida, apresento ainda um esboço panorâmico da criação artística angolana, incluindo a literatura, a música, a dança, a pintura, a escultura e máscaras, a actividade desportiva, o folclore e a cultura popular angolanas através dos tempos.

No final da obra incluo uma breve cronologia da História de Angola, indicando apenas as datas dos acontecimentos mais importantes, e preparei ainda uma biografia muito breve de "Quem é Quem" (Who's Who) na história e estudo de Angola, que espero venha a ser de alguma utilidade.

Para o leitor que queira aprofundar um pouco mais o conhecimento da História de Angola, incluo tamém uma bibliografia mais detalhada e anotada por mim das obras que julgo mais relevantes.

Finalmente, uma obra desta extensão não está livre de erros, se bem que os tentarei corrigir logo que detectados, embora não tenha o benefício da ajuda de um editor ou corrector ortográfico. Contudo, quaisquer erros que encontres são meus sómente e não das fontes ou dos autores consultados, e pelos quais assumo inteira responsabilidade. Peço-te assim antecipadamente perdão pelos erros e omissões que encontrares e apelo à tua crítica construtiva.

Os teus comentários são sempre benvindos e necessários, pois eles ajudam a melhorar ainda mais esta viagem fantástica e aliciante.

Aguardo impacientemente os teus comentários. Por favor escreve-me via email para helder.ponte@gmail.com ou hfponte@shaw.ca a que tentarei responder logo que me seja possível.

Desde já agradeço a tua amável companhia nesta Viagem Pela História de Angola.

Boa Viagem Companheiro(a)!

Helder Fernando Ponte (Xinguila)

Cranbrook, Colômbia Britânica, Canadá
Abril de 2007

23 Comments:

Anonymous Nicha said...

Adorei fazer este percurso!!
Imprimi e deu-me um prazer enorme ler e reler!!

Obrigada acredita que já estou a viajar por Angola através das tuas palavras

Beijinhos

6:40 da manhã  
Blogger Celeste said...

Oi Xinguila.....

Recebi o teu passe de viagem....
e como adoro combóios...vou em qualquer das siglas que descreveste...
CFA -Caminho de Ferro de Angola -ia de Luanda a Malange!
CFB - Caminho de Ferro de Benguela - mais conhecido por Camacove....ia de Benguela à fronteira e...seguia!
CFM - Caminho de Ferro de Moçâmedes - ia de Moçâmedes a Sá da Bandeira....onde passei uma semana deliciosa...a dormir numa carruagem-cama....tipo camarata!
Não conhecia os teus blogs, mas prometo ler com muita actenção e, juro, ser uma leitora assídua!
Se precisares de algumas "experiências" ou "Vivências"... é só dizeres!
eheheheheheheheh
É o mesmo que dizer ao "mestre" que a "aprendiz" vai ajudá-lo!

Abraço....

Letinha

11:58 da tarde  
Blogger Pitigrili said...

O Caminho de Ferro de Moçâmedes ia de Moçâmedes a Vila da Ponte

5:39 da tarde  
Anonymous SofiaCBarros said...

Hei-de ler ao pormenor. Muito útil.

5:35 da tarde  
Blogger Carlos said...

Que alegria!

Pensei estes anos todos que só eu me lembrava da frase do "NOTICIAS".
TAMBÉM EU "PROJECTEI O MELHOR ESPEREI O PIOR E ACEITEI DE ÂNIMO IGUAL O QUE DEUS QUIS"Depois de Angola o Brasil e agora no último terço da vida o Portugal que tão pouco me diz e que eu tanto amo...

Força amigo e parabens

9:15 da manhã  
Blogger SOBE E DESCE said...

O seu endereço foi-me enviado por uma familiar que vive em Moçambique. Não conheço Angola, mas por motivos muito pessoais, há muitos anos Angola é o mistério que eu queria decifrar.
Fiquei contente por através da sua leitura poder saber mais.
Boa sorte.

4:13 da manhã  
Anonymous Graça said...

Navego na blogosfera e veio-me parar às mãos teu blog.Achei super interessante pois bem nos conhecemos.Mesmo muito bem.
Tenho lido aos poucos tuas fantásticas postagens,revendo-me em algumas situações.
Sou alguém a quem chamavas Coelho...
mas também sou Graça.
Lembras-te?

Gostei de te encontrar

um bj grande

7:54 da manhã  
Blogger Orlando said...

Amigo,
Sou filho de Moçamedes, hoje Namibe, no sul de Angola junto ao mar.Bonito trabalho o seu. Felecito-o. Meu filho Paulo Salvador está editando um série de livros sobre a nossa Angola bonita até 1974, recheado de fotos desses tempos, sob o nome "Recordar Angola". Era bom que os visse.
Um abraçoo e parabens

4:44 da tarde  
Anonymous Francisco Ngunz'tala said...

Simplesmente me deleitei com estes escrito. Vijei por terras antes conhecidas e vivi cenas antes vividas, embora em outras vidas.
Sou Tata ria Mukixi/Nkisi, sacerdote do Candomblé de Angola no Brasil. Parabéns ao autor. Gostaria muito de ter ontato para falarmos de coisas tradicionais de Angola, como cultura, religiões nativas, línguas, etc. francgunzo@gmail.com

10:04 da manhã  
Anonymous Karipande said...

Caro Helder

Só Hoje resolvi ler o que tens escrito, e tão bem diga-se de passagem...Vou tentar manter-me actualizado esperando a tua colaboração...que é continuares!

Um abraço
Fernando Pereira (Karipande)

1:07 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Peço desculpa, mas a informação que deram não é correcta, o CFB ia isso sim do Lobito a Dilolo - ex Congo belga. E o camacove era o comboío que parava em todas as estações e apeadeiros da linha, o outro era o rápido - grandes viagens fiz com um enorme grupo bem animado do Lobito a Silva Porto. Além da utilidade de servir o interior de Angola, trazia o minério de cobre do Katanga até ao Lobito para ser embarcado direcção Bélgica para os altos fornos. Uma pena e perca que não esteja operativo.
Stella Leite Velho

10:43 da tarde  
Blogger amaraltabajara said...

Eu,como muitos outros,tambem gostaria de vêr e lêr os livros de Paulo Salvador e outros mais que foram publicados e virão a sêr.Mas,o preço.O preço...

6:03 da manhã  
Blogger amaraltabajara said...

Perdão,o camacove era o mercadorias que parava em todos os apeadeiros.Era formado por vagons de mercadorias e uma carruagem de poucos lugares para passageiros,no qual,quando de uma vez em que viajei do Marco de Canaveses(Mambassoco) para Nova Lisboa,uma fagulha me queimou o casaco do fato de tirilene.O comboio de passageiros era o mala.E em 1963,na cidade do Luso,quando havia comboio mala,era dia de São Comboio.
Uma abraço

6:13 da manhã  
Blogger M.Amaral said...

O caminho de ferro de Moçamedes ía até Serpa Pinto.Tambem ha via uma outra linha que servia as minas do Jamba e Tchamutete.Um abraço.

1:58 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Meu caro amigo, ainda não li a totalidade de tudo quanto escreveu acerca da história de Angola, contudo, do pouco que li, acho um trabalho digno de louvor. Angola tem a mística de cativar todos quantos lá nasceram e a amam por ser o seu torrão natal, mas também de todos que por lá passaram parte do melhor tempo da sua juventude, como é o meu caso. Se algum dia, Deus queira que sim e em breve, fizer o lançamento desta obra em livro, gostaria de ser informado, pois serei um a adquiri-lo, com muito gosto.
Li um comentário acerca dos CFB, concordo com quem comentou, acrescentando que o comboio rápido a que se refere, era conhecido como o comboio "MALA".
Aqui deixo o meu abraço de gratidão.

6:59 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Angola, meu amor.

LG

10:05 da manhã  
Anonymous zé kahango said...

Indiquei o seu excelente blogue para o Prémio Dardos.

5:04 da tarde  
Anonymous Henrique Mota said...

Caro amigo!
Li com bastante curiosidade e interesse o relato do seu percurso de vida em Angola até se radicar no Canadá. Não me passaram despercebidos alguns episódios do seu percurso como é o caso das suas leituras preferidas, coincidentes na quase totalidade com as que me deram formação política. Nasci em Portugal, mas sou angolano por adopção. Representei o Clube Atlético de Luanda em atletismo e basquetebol (1960-1976), e foi aí que criei as minhas raízes de angolanidade. Dou-lhe os parabéns por ter mantido um discurso na descrição do seu percurso nas terras angolanas, sem qualquer animosidade para com os angolanos negros, o que infelizmente não é muito comum. Mantenho com Angola e o seu povo as melhores relações de afectividade e continuo pronto a corresponder ao carinho de que sempre fui alvo. Tenho escrito "umas coisas" sobre Angola e os angolanos, tendo lançado em Abril de 2008 em Luanda, o livro "Angola, Lágrimas e Sangue": Este mês será lançado em Luanda a "História do Club Atlético de Loanda - (1924-1953)", onde estão plasmados alguns dos momentos mais marcantes da história do desporto do popular clube (Escola), bem como subsídios para a compreensão do desporto na Angola colonial. Neste momento tenho entre mãos, o primeiro volume do " O Império Já Está a Arder", onde serão relatados os factos mais importantes da política colonial portuguesa de 1950 a 1965, e que espero vá ao encontro da curiosidade dos que se interessam pelas origens da guerra colonial. Sem mais, envio-lhe um kandandu com a amizade do Henrique Mota "Angolé".

3:40 da manhã  
Blogger João Luis said...

Que bom! Ainda há quem consiga transmitir com serena sensibilidade(e amor)a gesta de um punhado de deslumbrados tugas que, sem nehnuma cartilha ou aspiração que não fosse a de viver melhor, construiram vidas e marcaram a história recente de uma terra sempre promissora: Angola. Ainda melhor é sentirmos como nossa a História e as estórias. As mesmas sensações e recordações, os mesmos odores e gostos. A mesma saudade. Nasci na Damba em 1962. Que raio ... tanto tempo e distância depois, continuo a achar que só sou mesmo de lá. Parabéns e obrigado.

8:24 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

adoro ler e principalmente quando é da nossa terra,também tenho muito para contar obrigada pela história que é real

9:01 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

O que fizeram da Angola que todos conhecemos? Esta será a Angola com que todos sonhamos?
Angola não tem culpa daquilo que lhe fizeram. Os Angolanos tão pouco têm.

Hoge os angolanos sofrem o verdaeiro colonialismo,sem terem culpa alguma daquilo que lhes sucedeu. Até quando,só Deus sabe.

8:29 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

PARA QUEM COMO EU TAMBEM NASCE NO ANO DE 1950 , MAS EM LUANDA DE ONDE VIM COM ONZE ANOS SÓ COM TRES MESES DE SALVADOR CORREIA (SERÁ QUE FOMOS COLEGAS NESSE CURTO ESPAÇO DE TEMPO ) É UM PRAZER NAVEGAR NESTAS PÁGINAS .
NA TERRA ONDE LARGAMOS O UMBIGO DEIXAMOS PARTE DO CORAÇÃO , E ESTE SEU SITE É UM PRECIOSO AUXILIAR PARA UM VICIADO NA HISTORIA,NA ETNOLOGIA E LITERATURA DE ANGOLA

BEM HAJA , E VOTOS QUE OS KOOTENAY SAIBAM APRECIAR OM TESOURO QUE ANGOLA INVOLUNTARIAMENTE LHES REMETEU .

Augusto (BOLÉU ) hOMEM DE MELLO

7:38 da manhã  
Blogger José Gil Braz said...

Ler esta história é practicamente reviver a minha! Só a idade difere e tu a saíres e eu a ir para Maquela do Zombo! Muitos dos nomes aqui citados, conheci pessoalmente. O Manso Gigante, que refer duas vezes, não sei se é o mesmo, mas tive um professor com nome, no D. João II, por cima do Baleizão. A Lena Victória Pereira será a que casou com o MacMahoon?
Como disse, com algumas nuances vivemos está história. Obrigado por estes momentos de leitura.
José Gil Braz

12:22 da tarde  

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